PACE ARQUITETURA CAMPINAS

Valores & Integridade

Roteiro para desenvolvimento do projeto de arquitetura



DEFINIÇÕES GERAIS


a) Obra: Espaço e/ou objeto a ser construído. 
b) Projeto: Conjunto de desenhos e documentos técnicos necessários à construção. 
c) Execução: Conjunto de ações técnicas, estabelecidas no projeto, necessárias à construção. 
d) Arquiteto: Profissional contratado, responsável pelo projeto e/ou execução da obra e respectiva coordenação. 
e) Cliente: Pessoa física ou jurídica contratante dos serviços do Arquiteto. 
f) Programa de necessidades: Documento que exprime as necessidades e exigências dos clientes e dos futuros usuários da obra e/ou objeto. Descreve sua função, atividades que irá abrigar, dimensionamentos e padrões de qualidade. A elaboração desse programa deve, necessariamente, proceder o início do projeto, podendo ser complementado ao longo de seu desenvolvimento. 
g) Estudo de viabilidade técnico-financeiro: Este trabalho tem por finalidade fazer um levantamento de todos os condicionantes de uma determinada atividade, para que se possa montar um prognóstico. Indo-se mais além, a partir dos dados técnicos poder-se-à chegar a uma viabilidade financeira. 
h) Pré-dimensionamento: Atividade que se faz necessária para servir de Base ao Arquiteto e cliente. Ao profissional serve como base para estabelecer a cobrança de Honorários. Já para o cliente tem papel importante também, pois o situa claramente, permitindo que tome decisões acertadas. 
i) Direito de vistoria: Ao autor do projeto caberá o direito de vistoria periodicamente à obra, dirimindo eventuais dúvidas. 
j) Cronograma: O cronograma pode ser físico e financeiro onde especifica prazos e recursos disponíveis para a execução. Pode também representar o espaço físico necessário para cada etapa dos projetos e/ou execuções. 
k) Hora técnica: É o tempo dedicado a um cliente, para esclarecimentos técnicos, sobre um projeto e/ou execução. É usada para determinar honorários quando estes não estão incluídos num prévio acordo.

 


FASES DO PROJETO


1) Estudo preliminar: Constitui a configuração inicial da solução arquitetônica proposta para a obra (partido geral), considerando as principais exigências do programa de necessidades, deve receber aprovação preliminar do cliente. 
2) Anteprojeto: Constitui a configuração final de solução arquitetônica para a obra, considerando todas as exigências do programa de necessidades e do estudo preliminar aprovado pelo cliente devidamente adequado ao código de obras local. Deve receber aprovação do cliente. 
3) Projeto: Constitui a configuração técnico-jurídico da solução arquitetônica proposta para a obra, considerando o anteprojeto, aprovado pelo cliente, e as normas técnicas de apresentação e representação gráfica exigidas por órgãos públicos (Prefeituras, concessionárias de serviços públicos e Corpo de Bombeiros). 
4) Projeto executivo: Este tem por finalidade orientar e esclarecer à execução, além do projeto (etapa anterior) possui todos os detalhamentos necessários para uma perfeita compreensão. 
5) Coordenação de projetos complementares: Constitui a coordenação de todos os projetos que se façam necessários à complementação do projeto arquitetônico. É imprescindível que esta coordenação seja feita pelo profissional de arquitetura, pois só assim poderá se discutir adequações que não alterem o projeto arquitetônico.

 


ROTEIRO BÁSICO (INFORMAÇÕES PARA O ESTUDO PRELIMINAR)


1) A cargo do cliente: 
     Programa de necessidades, especificando: 
     a) Objetivos do cliente e finalidade da obra. 
     b) Prazos e recursos disponíveis para o projeto e a execução. 
     c) Características funcionais da obra: atividade que irá abrigar, compartimentação e dimensionamento preliminares, escala de proximidades e espaciais, população fixa e variável, fluxos (de pessoas, veículos, materiais), mobiliário, instalações e equipamentos básicos, padrões de construção e acabamento, recursos técnicos disponíveis para a execução (material, mão-de-obra, sistemas construtivos), modalidade de contratação da execução e porte do construtor. 
     d) Sobe o terreno e seu entorno espacial: escrituras, levantamentos topográfico, planialtimétrico, em escala adequada, indicando os limites (dimensões lineares e angulares), construções vizinhas e internas ao terreno, arruamento e as calçadas limítrofes, acidentes naturais (rochas, água, etc.), locação e especificação de árvores e massas arbustivas, e o norte verdadeiro. 
2) A cargo do arquiteto: 
     a) Programa de necessidades: revisão e complementação. 
     b) Informações sobre o terreno entorno, em especial: documentos cadastrais, fotos do terreno e entorno, dados geo-climáticos e ambientais locais (temperaturas, pluviosidades, insolação, regime de ventos e marés), e níveis de poluição (sonora, do ar, do solo e das águas). Dados urbanísticos de entorno ao terreno, uso e ocupação do solo, padrões arquitetônicos e urbanísticos, infra-estrutura disponível, tendência de desenvolvimento, condições de tráfego e estacionamento. 
     c) Legislação arquitetônica e urbanística pertinente a: restrições de uso, taxas de ocupação e coeficiente de aproveitamento, gabaritos, alinhamentos, recuos e afastamentos, número de vagas de garagem, exigências técnico-arquitetônicas de todos os órgãos públicos (Municipal, Estadual e federal).

 


PRODUTOS FINAIS/ SERVIÇOS BÁSICOS


1) Memorial: Descreve e justifica a solução arquitetônica a proposta relacionando-a ao programa de necessidades, às características do terreno e seu entorno, à legislação arquitetônica e urbanísticas pertinentes e/ou outros fatores determinantes na definição do partido adotado. 
2) Planta de locação: Representa a implantação da obra no terreno, locando e dimensionando em especial, a(s) edificação(ões), acessos, áreas livres, estacionamentos, piscinas, quadras esportivas, recuos, afastamentos, cotas e níveis principais e quadro geral de áreas (totais, por setor, pavimento e/ou bloco, úteis e/ou construídas). 
3) Planta de situação: Representa a localização do terreno ou lote na quadra ou loteamento. 
4) Plantas baixas: Definem, no plano horizontal, a compartimentação interna da obra indicando a designação, localização, inter-relacionamento e dimensionamento finais (cotas, níveis, acabamentos e áreas) de todos os pisos, ambientes, circulações e acessos. Representam a estrutura, alvenarias, tetos rebaixados, revestimentos, esquadrias com sistemas de aberturas, conjuntos sanitários e equipamentos fixos. 
5) Plantas de cobertura: Definem sua configuração arquitetônica indicando a localização e dimensionamento finais (cotas e níveis acabados) de todo os seus elementos. Representa(m), conforme o caso, telhados, lajes, terraços, lanternins, domus, calhas de água e equipamentos fixos. 
6) Cortes gerais: Definem, no plano vertical, a compartimentação interna da obra e a configuração arquitetônica da cobertura indicando a designação, localização, inter-relacionamento e dimensionamento finais (alturas e níveis acabados) de pavimentos, ambientes, circulações e elementos arquitetônicos significativos. Representam a estrutura, alvenarias, tetos rebaixados, revestimentos, esquadrias (com sistema de aberturas) e, conforme o caso, muros, grades, telhados, marquises, toldos, letreiros e outros componentes arquitetônicos significativos. 
7) Elevações ou fachadas: Representam a configuração externa da obra, indicando seus principais elementos, em especial esquadrias. 
8) Especificações: Definem os principais materiais e acabamentos, em especial, revestimentos de fachadas e pisos, paredes e tetos de todos os compartimentos, podem ser apresentadas: 
8.1) Grafadas nos próprios desenhos (plantas, cortes, fachadas); 
8.2) Em um quando geral de materiais e acabamentos; 
8.3) Sob forma de texto (memorial de especificações). 
8.4) Projetos complementares. 
9) Serviços opcionais: 
9.1) Maquetes: Representam a configuração espacial global da obra, sua implantação no terreno e eventualmente, o relacionamento com entorno construído. 
9.2) Perspectivas: Tem a mesma finalidade da maquete. 
9.3) Desenhos promocionais: Perspectivas adicionais (internas e/ou externas), plantas e/ou cortes humanizados (com mobiliário e equipamentos básicos), entre outros. 
9.4) Projetos complementares: Estrutural, hidrosanitário, elétrico, telefônico, paisagismo e arquitetura de interiores. 
9.5) Orçamento estimativo: baseados nos anteprojetos de arquitetura e custos de materiais e serviços (mão-de-obra) necessários à realização da obra. 
9.6) Detalhamento: são todos os projetos que detalham a execução tais como: esquadrias, detalhes construtivos, paginação de pisos e todos os detalhes que se façam necessários à uma boa execução

CONTATO:

ANDRÉ LUÍS PACE
Arquiteto e Urbanista
Técnico em Desenho Mecânico / Design de Interiores 
Pós Graduado em Marketing e Gestão de Negócios

Rua Major Solon, n° 130

9° andar - unidade 906 - Centro 

Campinas SP  CEP 13015-095   BRASIL

 

Telefones: 

+ 55 (19) 99126-4322 (telefonia móvel e whatsapp)

+ 55 (19) 3233-4716 (horário comercial)

  

E-mail: pacearquitetura@gmail.com

Skype: andre.pace

 

Atendimento com horário e data agendada

 

Atualizado pela última vez por Andre Pace 24 Mar.

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Laudo Tecnico de Estabilidade - Para Alvara de Uso e afins

 

Arquiteto e Urbanista André Luís Pace desenvolve o Laudo Técnico de Estabilidade e Segurança de Imóveis para fins de renovação do Alvará de Funcionamento e afins.

Consiste em visita ao local, levantamento fotográfico das instalações e estruturas, bem como análise técnica e apresentação de Laudo Técnico nos Padrões Municipais, principalmente Campinas SP, com a devida assinatura pela Responsabilidade Técnica.

 

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